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Espumante como inspiração A paixão pelo espumante levou um grupo de 70 mulheres a liderar um projeto inédito: traduzir, a partir de suas técnicas, a trajetória e a influência do espumante na Serra Gaúcha. Como resultado, uma exposição multifacetada e a publicação de um livro de arte. O projeto Vivências Sensoriais - Leituras Múltiplas da Confraria do Champanhe da Serra Gaúcha, lançado em fevereiro, passa a ser itinerante e inicia sua viagem pelo mundo vinícola na Luiz Argenta, em Flores da Cunha, onde um conjunto da obra permanecerá durante seis meses, a partir deste sábado (16). Não é por acaso que a exposição inicia pela Luiz Argenta. A vinícola já foi reconhecida como uma das mais belas do mundo, tendo, inclusive, recebido o título de Vinícola Desig. Ela impressiona pela imponência de sua estrutura contemporânea encravada em uma paisagem vitícola totalmente genuína. Com uma produção anual de 180 mil garrafas, aposta em pequenos lotes com minúcias de verdadeiras obras de arte. O processo de elaboração utiliza um moderno sistema de vinificação por gravidade. As obras que estarão expostas na vinícola retratam a visão de cada um dos 10 artistas, que por meio do desenho, pintura, escultura, fotografia, composição musical, gravura e novas tecnologias, utilizaram suas habilidades para expressar as múltiplas leituras e sensações que o espumante proporciona. A produção artística reúne expoentes culturais de Caxias do Sul comprometidos com o projeto como Antônio Giacomin, Beatriz Balen Susin, Frei Celso Bordignon, Diana Domingues, Gilmar Marcílio, Guilherme Jordani, Iolanda Gollo Mazzotti, Jayme Paviani, Luiza Horn Iotti, Rafael Schüler, Rogério Baierle e Thaís Gazolla Zanettini.
Incluída em: 14/06/2012 - 17:36
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