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O varejo recua 4,36% este ano

A pandemia do Coronavírus frustrou as expectativas de um 2020 positivo para o varejo gaúcho. O que se previa no início do ano, com a Selic em queda e o emprego em rápida recuperação, era uma expansão anual das vendas ao redor de 8%. Porém, as medidas de isolamento social e o grande período em que as lojas estiveram fechadas, determinou a reversão desta projeção, fazendo com que exista queda de 4,36% nas vendas do varejo do Rio Grande do Sul na comparação de 2020 com 2019. Este foi um dos indicadores que a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do RS - FCDL-RS, apontou em entrevista coletiva do presidente Vitor Augusto Koch e pelo consultor de Economia, Eduardo Starosta, nesta quinta-feira (03). Eles fizeram um balanço deste ano e projetaram o 2021 do varejo gaúcho. "O desempenho das vendas do varejo gaúcho por gênero de atividade teve um determinante principal em 2020: quem pôde e quem não teve permissão para abrir as lojas nos períodos mais radicais do isolamento social. Isto explica o crescimento dos supermercados (alta de 6,9%), lojas de material de construção (12,21%) e produtos farmacêuticos (2,03%). A exceção foram os postos de combustíveis, que mesmo permanecendo abertos, tiveram queda de vendas (-9,88%) em função da paralisação geral da mobilidade em várias atividades profissionais e no turismo - salientou Eduardo Starosta. Em relação aos estabelecimentos que tiveram que fechar, o maior impacto real foi no ramo de vestuário e calçados (queda de -29,70%), seguido por veículos (-20,83%) e informática/escritório (-16,44%). A retração do ramo de livros e similares também tem razões estruturais, como o avanço da leitura eletrônica. "Um dado importante é que as vendas do varejo gaúcho ainda estão 5,07% abaixo do registrado em 2014, último ano em que o país não enfrentou recessão, no período entre 2015 e 2017", lembrou Eduardo Starosta.

Incluída em: 03/12/2020 - 19:31

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