|
A exportação da noz-pecã A exportação da noz-pecã brasileira enfrenta um período de desaceleração em função de fatores geopolíticos, logísticos e regulatórios. O cenário, conforme análise do Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan), afeta principalmente o acesso aos mercados internacionais justamente no momento em que o setor se prepara para uma safra estimada entre 6,5 mil e 7 mil toneladas em 2026, resultado da entrada de novos pomares em produção e da expectativa de recuperação da produtividade. Entre os principais obstáculos apontados pelo presidente do IBPecan, Claiton Wallauer, está o aumento dos custos logísticos provocado pelos conflitos no Oriente Médio.
Incluída em: 20/07/2026 - 15:17
Voltar
|