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A crise do varejo brasileiro A nova recuperação judicial do Grupo Casas Bahia não representa apenas mais um capítulo da crise do varejo brasileiro, escreve o advogado João Alberto Graça. Ela recoloca em pauta uma questão que ultrapassa os limites da empresa: até que ponto o instituto da recuperação judicial pode ser utilizado sucessivamente sem comprometer a confiança dos agentes econômicos que sustentam a atividade produtiva? Em 2024, a companhia obteve a homologação de um plano de recuperação extrajudicial destinado a reorganizar bilhões de reais em dívidas. Pouco mais de dois anos depois, recorre novamente ao Judiciário, agora por meio de uma recuperação judicial abrangente, alegando juros elevados, restrição de crédito e deterioração das condições financeiras.
Incluída em: 20/08/2026 - 15:40
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